Manifestos de Repúdio e Preocupações
A confirmação da operação militar dos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, gerou repercussões imediatas entre parlamentares e membros do governo. O presidente norte-americano, Donald Trump, foi quem divulgou a informação em suas redes sociais, seguindo a confirmação oficial do governo da Venezuela. A ação, que envolveu um ataque em grande escala, levantou preocupações sobre as consequências para a região.
O Ministério da Saúde do Brasil, por meio de um comunicado, expressou sua posição contrária a conflitos armados. O ministério enfatizou: “Nós do Ministério da Saúde sempre queremos e trabalhamos pela PAZ. Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio. Guerra mata civis, destrói serviços de saúde, impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde. O Ministério da Saúde e o SUS Roraima já absorvem os impactos da situação da Venezuela.” Esta declaração ressalta a interconexão entre os eventos na Venezuela e seus efeitos diretos no Brasil, especialmente nas áreas de saúde pública.
Outro destaque veio de um deputado que, em tom alarmante, declarou: “URGENTE! A Venezuela sofre uma agressão militar dos EUA, com ataques que atingem a população civil da capital Caracas sob o comando de Donald Trump. O imperialismo exporta guerra e destruição, da Palestina à América Latina. O ataque merece repúdio e condenação rápida. É um ataque à América do Sul que viola todas as regras do direito internacional.” Esta afirmação reflete a indignação de muitos representantes políticos que se opõem à intervenção militar e suas consequências para a soberania dos países da região.
Na mesma linha, um senador expressou sua preocupação com a situação: “A situação é muito grave, está acontecendo aqui ao lado de nossa casa e merece nosso acompanhamento!” Essa declaração sublinha a proximidade geográfica e política entre o Brasil e a Venezuela, além de destacar a necessidade de vigilância e reação dos governos sul-americanos diante de conflitos na região.
As reações à agressão militar dos EUA foram unânimes em condenar a ação, caracterizada como um novo capítulo da política imperialista americana. Um político local destacou: “A Venezuela sofre uma agressão militar dos EUA, sob o comando de Donald Trump, com ataques que atingem civis em Caracas. É mais um capítulo da política imperialista que exporta guerra e violência. A América do Sul não pode se calar diante dessa violação do direito internacional.”
Essas manifestações ressaltam a importância de um posicionamento coeso por parte dos países da América do Sul, uma vez que a situação atual pode repercutir em crises humanitárias e políticas que afetem não apenas a Venezuela, mas toda a região. O clima de incerteza e tensão exige uma resposta unificada e firme dos líderes políticos sul-americanos, visando a proteção dos direitos humanos e a busca por soluções pacíficas que evitem a escalada dos conflitos.

