Receptivos: O Elo Vital do Turismo
VITÓRIA (ES) – O segundo dia do evento ESTour foi marcado por um momento muito esperado, que reuniu especialistas para discutir a relevância dos receptivos na experiência do viajante. Sob a mediação de Giulliana Mesquita, head da Azul Viagens, o painel contou com a participação de renomados profissionais do setor, como Christiane Teixeira, diretora da Luck Receptivo, Any Brocker, CEO do Grupo Brocker, e Gerson Junior, sócio da Porto Azul Receptivo.
Durante a discussão, os panelistas compartilharam suas vivências no setor e enfatizaram a importância dos receptivos para garantir uma experiência de qualidade aos turistas. Giulliana Mesquita destacou: “Acredito muito no receptivo. Ele coloca o destino na prateleira, fortalece a relação com os operadores e promove os atrativos locais. Cada receptivo que temos em um destino representa a Azul Viagens localmente”. Essas palavras ilustram a essência do trabalho desenvolvido por receptivos ao redor do Brasil.
Histórias de Sucesso no turismo receptivo
Any Brocker, ao falar sobre a história da Brocker Turismo, que começou suas atividades em 1995, recordou os desafios enfrentados no início. O receptivo foi criado com o propósito de desenvolver o turismo de natureza na Serra Gaúcha, oferecendo experiências que vão desde agroturismo até atividades emocionantes como trekking e rafting. “Quando começamos, era difícil vender turismo de natureza, pois as pessoas não valorizavam esse segmento. Percebemos que era necessário desenvolver experiências que conectassem as pessoas com a natureza e suas raízes”, contou Any.
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Fonte: omanauense.com.br
Por outro lado, Gerson Junior, representando a Porto Azul Receptivo de Porto Seguro (BA), trouxe dados impressionantes ao evento: em janeiro deste ano, o receptivo atendeu 16 mil clientes, um número que reflete o aumento de voos dedicados da Azul Viagens na alta temporada. “A Bahia tem um peso muito relevante no turismo nacional. Temos a fama de sermos um povo alegre e acolhedor, e o visitante já espera essa receptividade desde a chegada ao aeroporto. O papel do receptivo é receber bem o turista, proporcionando não apenas conforto, mas experiências e momentos únicos”, enfatizou Gerson.
Conectando a Cadeia Turística
Christiane Teixeira, com 36 anos de experiência no mercado por meio da Luck Receptivo, também fez questão de ressaltar o papel dos receptivos na conexão de todos os pontos da cadeia turística de uma região. “Mais do que luxo, o receptivo organiza e integra os serviços. A hotelaria também depende do receptivo, pois o turista não viaja apenas para se hospedar; ele escolhe o destino pelas experiências que pode viver. O receptivo é um dos principais indutores do turismo nacional”, afirmou Christiane, destacando a importância de se oferecer uma experiência completa.
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Fonte: reportersorocaba.com.br
Os relatos compartilhados durante o painel trazem à tona a importância de se repensar e valorizar o papel dos receptivos no cenário turístico brasileiro. Além de serem responsáveis por uma recepção calorosa e acolhedora, eles são essenciais para que um destino se destaque no competitivo mercado do turismo. A integração entre receptivos, operadores e turistas é fundamental para garantir uma experiência inesquecível e de qualidade.
A PANROTAS participa do evento a convite do Sebrae-ES, reforçando a importância de parcerias que visam fortalecer e desenvolver o turismo no Brasil.

