Um ano de conquistas para Hugo Calderano
No ano de 2025, ao celebrar duas décadas dedicadas ao tênis de mesa, Hugo Calderano atingiu o ápice de sua carreira. Reconhecido como o maior atleta brasileiro da história desse esporte, ele conquistou a Copa do Mundo, o título mais significativo até o momento, além de chegar à final do Campeonato Mundial. Essas performances extraordinárias solidificaram sua posição entre os melhores do mundo na modalidade.
Atualmente classificado como o quinto melhor jogador no ranking mundial masculino, Calderano se destacou ao ser o primeiro atleta da América a vencer a Copa do Mundo, superando o então número um, Lin Shidong, em uma decisão emocionante realizada em Macao. Desde então, o chinês caiu para a sexta colocação no ranking.
Em 2025, Calderano não apenas brilhou em torneios individuais, mas também teve um desempenho notável em duplas, ao lado de sua namorada, Bruna Takahashi. Juntos, conquistaram o Pan-Americano de Tênis de Mesa, e ele se manteve entre os líderes do ranking mundial ao longo do ano, chegando a ocupar a terceira colocação.
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Vitórias e um legado em construção
Além dos reconhecimentos em competições renomadas, o atleta também venceu a Copa da Alemanha e a Bundesliga, marcando sua despedida do clube Liebherr Ochsenhausen, onde atuou por nove temporadas. Para completar um ano de realizações, ele inaugurou um novo espaço para a prática do esporte em sua cidade natal, o Calderano TM, localizado em Botafogo, Rio de Janeiro.
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Calderano reflete sobre seu ano excepcional: — Sem dúvidas, 2025 foi o melhor ano da minha carreira até aqui, com a conquista da Copa do Mundo e o vice-campeonato mundial. Ele também menciona a superação de desafios, como a desclassificação nos Jogos de Paris 2024, que o motivaram ainda mais. — Saber que meus resultados e o trabalho que venho fazendo há tantos anos ajudaram a mudar o cenário do tênis de mesa no Brasil me deixa feliz e orgulhoso. Ser indicado e premiado no Faz Diferença ao lado de tantas personalidades é um reconhecimento valioso dessa história.
No ano anterior, em Paris, Hugo já havia feito história ao conquistar a quarta colocação, o melhor resultado já obtido por um atleta sul-americano. Ao recordar sua trajetória, ele afirma: — Sabia que precisava continuar firme, mesmo nos dias mais difíceis. Felizmente, os resultados apareceram.

