Agilidade no Atendimento Médico é Destaque em Grande Evento
No último dia de Carnaval, os blocos de Léo Santana e Pedro Sampaio atraíram milhares de foliões ao circuito do Parque Ibirapuera, em São Paulo, neste domingo (22). Para garantir a saúde e o bem-estar dos participantes, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), organizou quatro postos médicos e disponibilizou ambulâncias para atender a população.
A designer Giuliana Sbrana, de 40 anos, levou suas três filhas pela primeira vez a um bloco de carnaval. Durante a folia, uma de suas filhas sofreu uma queda de pressão devido ao calor intenso e foi atendida no posto médico localizado na Rua Abílio Soares. “O atendimento foi perfeito. A equipe foi super rápida e solícita. Um funcionário da Prefeitura nos direcionou até o posto e o acesso foi bem fácil”, compartilhou Giuliana.
A agilidade no atendimento também foi um ponto positivo destacado por Yeo Jim Moon, um farmacêutico de 31 anos que precisou de assistência no posto médico da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “Tive mal estar, tontura e pressão baixa. O atendimento foi muito bom e rápido”, afirmou Yeo, que já frequenta outros blocos no circuito do Ibirapuera, mas nunca havia necessitado de ajuda médica até então.
Outra experiência de sucesso foi a de Gabriel Bernardes, de 25 anos, músico que estava trabalhando no trio elétrico. Ele sentiu uma forte dor na perna devido a uma infecção bacteriana. “Ter um espaço que acolhe as pessoas é essencial. O médico e a enfermeira foram maravilhosos, muito simpáticos. Fui medicado e fizeram um curativo. Agora, posso voltar a trabalhar”, explicou Gabriel, aliviado com o atendimento recebido.
Mais Segurança para os Foliões
Mesmo aqueles que não necessitaram de atendimento médico se sentiram mais seguros para aproveitar o carnaval. O casal Alzinete Sousa, podóloga de 38 anos, e Marcelo Oliveira, segurança de 47, vieram de Aracaju para o Carnaval de São Paulo pela segunda vez. “A gente sempre ouve muitos elogios sobre a saúde pública da cidade. Os postos médicos dão segurança para que possamos aproveitar o bloco. No ano passado, eu fui muito bem atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da capital”, contou Alzinete.
Os amigos holandeses Sjors Van Ravenzwaaij, engenheiro de dados de 27 anos, e Jonas Van Beem, gerente de e-commerce de 26, também ficaram impressionados ao descobrir a existência dos postos de saúde no evento. Eles estavam participando do Carnaval paulista pela primeira vez, após experiências em Salvador e no Rio de Janeiro. “É incrível ter atendimento médico gratuito em um evento tão grande, com tanta gente participando”, ressaltou Sjors, admirados com a estrutura oferecida.

