Profissionais da Educação e Saúde Recebem Vacina Contra Gripe
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina anunciou uma ampliação significativa no público-alvo da vacinação contra a gripe, que agora inclui professores e trabalhadores da saúde. Essa iniciativa vale para toda a rede de imunização da capital e visa assegurar a proteção de profissionais que atuam diretamente na educação e no atendimento à população.
Além desse novo grupo, a vacina continua disponível para crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos, gestantes e puérperas até 45 dias após o parto. A medida surge em um momento de crescente preocupação com a circulação de vírus respiratórios na região, especialmente durante a mudança de estação.
A vacinação ocorre de segunda a sexta-feira em todas as 91 Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Teresina. Para quem prefere um horário mais flexível, o imunizante também pode ser encontrado no posto do Teresina Shopping, que funciona de segunda a sexta, das 13h às 18h, e aos sábados, das 10h às 20h.
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Para receber a vacina, é imprescindível apresentar um documento de identificação, CPF ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e o cartão de vacinação. É importante ressaltar que professores e trabalhadores da saúde precisam comprovar vínculo com a instituição por meio de contracheques, contrato de trabalho, declarações do empregador ou documentos equivalentes.
A presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, enfatizou a importância da imunização, destacando que, embora a gripe possa parecer uma doença leve, ela pode levar a complicações graves. “A vacinação é uma ferramenta fundamental para prevenir essas complicações”, afirmou.
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A coordenadora de vacinação da fundação, Emanuelle Dias, também ressaltou que este período do ano é caracterizado pelo aumento da circulação de vírus respiratórios, o que contribui para o aumento dos casos de gripe. “Estamos em uma época de maior circulação desses vírus, e isso deve ser levado em consideração por todos”, alertou.
Dados recentes da FMS indicam que Teresina registrou um aumento de cerca de 50% nos casos de síndromes gripais no início de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Apesar desse aumento, os casos mais graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentaram uma redução, o que sugere que as ações de prevenção e atendimento têm surtido efeito.

